Diferenças entre os tipos 1 e 2 da diabetes
Diferenças entre os tipos 1 e 2 da diabetes
Diferenças entre os tipos 1 e 2 da diabetes
vida e saúde apoio cultural unimed estilo exclusividade para viver o melhor da vida unimed odonto completa a sua saúde o programa de hoje trata de uma doença silenciosa a diabetes atinge cerca de 347 milhões de pessoas segundo dados da organização mundial de saúde o tipo 1 da doença torna os pacientes dependentes da insulina o hormônio que se não for usado da maneira correta pode trazer sérios problemas a gente fala também dos cuidados com o pé diabético rotina de muita atenção e higiene para
evitar o risco de amputações e vamos entender por que a diabetes favorece o aparecimento de doenças nas gengivas e como tratar o problema tudo isso e muito mais no clube saúde de hoje olá quem tem o tipo 1 do diabetes precisa tomar periodicamente o hormônio que ajuda na absorção do sangue do açúcar no sangue perdão à insulina se as dosagens não forem administradas de forma forem administradas de forma errada podem causar muitos problemas à saúde e até mesmo levar à morte entenda porq ue
na reportagem nos últimos dias o brasil assistiu a reviravolta no caso do menino joaquim encontrado morto em são paulo no início deste mês em setembro joaquim teria sido diagnosticado com diabetes agora os investigadores levantam a possibilidade de que a criança teria sido vítima de uma overdose de insulina o diabetes é uma doença que interfere na maneira como o organismo transformar a glicose em energia para o corpo a gente tem vários tipos de diabetes na diabetes a gent e chama aquela doença
que tem uma hiperglicemia crônica e que a longo prazo se você não for tratada pode levar à complicação e até a morte a gente tem o diabetes tipo 1 esse sim é o tipo de diabetes que há uma falência total na na célula que produz insulina já que o hormônio não é produzido naturalmente pelo corpo ele poderia ser conseguido de forma sintética através de doses diárias do medicamento quando a gente vai tratar um paciente que não tem mais o pâncreas para fazer isso po r ele a gente tenta imitar a
fisiologia do organismo então a gente a justa da aplicações de insulina que tenham essa ação basal para fazer a manutenção e quando ele alimenta a gente fábrica quantidades maiores de um tipo especial de insulina que a insulina rápida outra rápida para servir como bolo de alimentação esse é um tratamento que a gente tem feito a que tem dado mais 7 o tratamento com insulina se não for seguido corretamente obedecendo às orientações médicas pode causa r prejuízos graves à saúde do diabético ele toma
insulina - a glicose não vai baixar no sangue ela vai subir clicou dose alta ao longo da vida pode levar a complicações cegueira amputações essas renais doenças cardiovasculares que o a paciente utiliza de forma incorreta insulina há mais a mais do que o que ele necessita toda a glicose que estava no sangue vai entrar de uma vez podem dar certo e não vai ficar nada no sangue para o cérebro e ele pode ter que a gente chama de ipu glicemi a ippul significa a baixa né então a hipoglicemia uma coisa
séria pode levar a problemas neurológicos convulsões e alterações de consciência convulsões coma e até morte laura tem nove anos algumas semanas ela começou a apresentar alguns dos sintomas da doença estão na cena tinha feito direto e captura de chegada do colégio eu nem como é direto do mê agora para manter o nível de açúcar no sangue controlado lauro e seus pais têm que se adaptar a uma nova rotina de alimentação e aplicaç ões de insulina mudou tudo né o risco de casa aí todo mundo vai seguir
ela é alimentação implementação dela é muito 33 ao tentar alimentando e não pode faltar na dieta né começa frutas verduras nada 12 a história de everton é parecida com a de laura ele descobriu que tinha diabetes aos seis anos de idade hoje com 18 anos ele já aprendeu a levar uma vida regrada em função da doença quando era menor até que ficava desregrado comia tudo mas com o tempo você vai ver no que dá pra conviv er bem com diabetes dá pra se alimentar e dá pra ver você quer um corpo melhor
uma vida melhor quer viver não é então você tem que se alimentar bem tomado em subir mas é isso aí o diabetes afeta 382 milhões de pessoas em todo mundo né estimativa é de que em 2035 este número chega a 592 milhões de pessoas ea médica group endocrinologista dragana forte que a sua unidade no assunto é quem conversa conosco sobre o crescimento ter sido instrutor adriana bela mensagem é que o muito jo vem show pra gente só estava admirando e foi mesmo ele tem muito feliz com essa frase dele hoje
eu aprendi a conviver tem uma vida boa vida saudável à vida normal né quer dizer eu acho que essa é a mensagem foi muito legal pra se dizer que o paciente diabético eu acho que foi dito por um paciente diabético uma pessoa que tem diabetes e realmente a pessoa consegue isso mesmo né porque na realidade uma criança que está em crescimento acreditado na fase de crescimento ela deve ter uma a limentação saudável não deve ter se alimentado toda hora de biscoitinhos de refrigerantes alimentação
saudável faz parte daquela fase da criança para se ter um crescimento ter um desenvolvimento normal ea gente até explica mesmo para quem não tem diabetes que vai até nos consultórios odontológicos para ver como é que tal crescimento que para ele tem uma altura ótima para ele ter um desenvolvimento não é um corpo bem legal bem bonito e vai precisar ter uma alimentação saudável a tividade física também associada ele entende muito bem independente de serem abertos é retomado porque o nosso
raciocínio aqui sobre a diabetes né porque diabetes aparece o que é que é essa doença pra quem não conhece na realidade o diabetes tipo 1 que é o que ocorre na criança a gente não fala ainda de prevenção porque são vários fatores interrelacionados existe a susceptibilidade genética existe uma alteração e em geral decorre de uma uma digamos assim o desenvolvimento da doença vem em geral presidido por uma infecção vírus por exemplo mas que ele leva uma alteração imunológica a formação de
anticorpos no organismo para quem tem essa sustentabilidade é ter um jeito até a doença e aí vai agredir sipam cris e esse pâncreas tem uma agressão tão forte que era totalmente destruído e ele não fabrica a insulina então como tensa essa trilha digamos assim do dessa doença que está ainda muito bem compreendido não temos ainda fatores nem estratégias pa ra fazer a prevenção do diabetes tipo 1 já o diabetes tipo 2 não diabetes tipo 2 a gente tem uma incerteza muito grande que o maior fator de
desenvolvimento embora as pessoas têm a herança tenha também a genética para o desenvolvimento é a obesidade então a obesidade é o grande vilão está trazendo em consequência esse grande aumento de prevalência de diabetes na população geral não só de diabetes como hipertensão arterial também está numa crescente de o metro que digamos assim por que a gente tem por exemplo é pelo vigitel que é o dado oficial do ministério da saúde em 2006 o brasil contava com 5.3 de prevalência de diabetes hoje
agora 2012 já tava de 7.3 e o falo da oficial do ministério da saúde é importante que a gente tenha se dado relacionado como sendo do vigitel que o dado do vigitel é a prevalência de diabetes das pessoas conhecidas porque é um trabalho feito por telefone perguntando se a pessoa tem ou não já 10 imagine que a gente sabe que cerca d e 40 por cento pelo menos a população que tem diabetes não sabe que tem a doença então a gente tem que colocar em saci uma de 7 por cento que a nossa prevalência
de hoje mais 40% chegando em torno de uns 10 a 11 por cento da população hoje de 20 a 39 anos com diabetes meta nossa população se a gente fosse organizar que dividir os dois tipos né tem como agente alencar algum sintoma algo que seja sinal de alerta dos dois times vão falar primeiro do tipo 1 da que os pais podem obs ervar as crianças também dar os sintomas mais freqüentes do tipo realmente o tipo 1 é é um tipo de diabetes que a comédia 10% da população geral de diabéticos é o tipo de diabetes
que se manifesta com sintomatologia mesmo a criança em geral começa a urinar muito a ter muita sede a perder peso mesmo a comendo muito ela não não deixa de ter que ter a petista tem muita fome mas ela perde peso esses sintomas vão se agravando aí sim depois que ele se agravam mais ela passa tem até bonito a criança vai ficando um pouco a dinâmica né aí ela pode inclusive entrar em coma se não for diagnosticada mas os primeiros sintomas são o muito tem muita sede perda de peso e independente
disso ela perde peso tendo um bom apetite esses são os sintomas iniciais e aí vem em seguida falará o fato de voltar a começar a apresentar vômitos a mãe que vê a criança com esses sintomas deve levar para fazer um diagnóstico porque o diagnóstico de diabetes e dado quando a viagem de glicemia e muitas vezes a criança já está numa fase mais complicada já a dinâmica já entrando quase em coma e às vezes é difícil levar para uma emergência e muitas vezes não é feito logo a glicemia ea criança às
vezes até com soro glicosado para recuperar aquela desidratação daquele como ele está e às vezes não é feito de imediato a glicemia que essa piora no a um atendimento mais emergencial e no tipo 2 e falou da obesidade então o tipo 2 aí a gente já fala de maneira diferente o tipo 2 é c omo você fez na introdução é uma doença silenciosa é uma doença em geral assintomática as pessoas muitas vezes convivi durante anos contra uma micose uma dosagem de um valor de glicemia no sangue de açúcar no sangue
é levado sem sentir absolutamente nada então a gente já tem uma mensagem à população diferente a gente já fala de fatores de risco porque porque aquelas pessoas que são obesas as pessoas que são hipertensas as pessoas que têm alguém que tem diabetes na família as pessoas que têm mais de 40 anos porque à medida que a pessoa vai envelhecendo a prevalência de diabetes aumenta seu faro de diabetes com 11% da população geral eu já falei que depois de 60 anos já vai às 17 por cento de prevalência e
essa é pra valer só vai aumentando à medida que a população vai ficando mais velha que a pessoa vai ficando mais mas mais 12 então a partir de 40 anos já é maior freqüência então pessoas mais velhas herança de diabetes e hipertensão obesa sem sombra de dúvida que têm alteração de colesterol e principalmente de trigo inseridos e hdl baixo as mulheres que nasce ao nascer ti os filhos ao nascerem tiveram um peso maior do que 100 quilos pessoas que têm frequência de infecções infecções urinárias
mulheres que têm infecções genitais então esses são fatores que a gente dá um sinal de alerta para que essas pessoas procurem fazer o exame porque shouman dosagem de açúcar no sangue dá o diagnóstico de diabetes doutora adriana vamos fazer uma paus a que na nossa conversa a gente vai para intervalo no próximo bloco a gente fala de uma das complicações mais incômoda de quem sofre com o diabetes pé diabético na capa vida e saúde apoio cultural unimed estilo exclusividade para viver o melhor da vida
unimed odonto completa a sua saúde





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